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Estudo hidrológico para Obra-de-Arte-Especial ao longo da rodovia transamazônica

  • 21 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 28 de nov. de 2025

Elaboração de estudos hidrológicos para recuperação de diversas pontes existentes ao longo da BR-230, Rodovia Transamazônica, no Pará.


Desafio

Determinar a cota de assentamento para as pontes de interesse seguindo as normas de estudos hidrológicos e projetos rodoviários do DNIT.


Abordagem técnica

O escopo foi executado buscando dados hidrológicos na região que pudessem gerar estimativas razoáveis de vazões nas bacias hidrográficas delimitadas pelas OAEs.

O estudo hidrológico foi realizado seguindo as diretrizes do DNIT, com a determinação de vazões por métodos estatísticos (quando possível) e estimativa via método do Hidrograma Unitário quando necessário.


A cota de inundação para eventos de 100 anos foi estimada com base em Equação de Manning e Simulações Hidráulicas, garantindo o gabarito vertical de navegação (quando necessário) e borda livre.


Cada OAE teve seções transversais, medições de vazão e relatórios fotográficos para que os resultados obtidos fossem condizentes com a realidade local.


Resultados e Interpretações

Os resultados gerados permitiram identificar cotas de segurança para assentamento das OAEs, em alguns casos sendo necessário elevar a cota dos projetos existentes para garantir a segurança hidrológica da estrutura.


A participação em reuniões e discussões com técnicos do DNIT foi essencial para elaboração e boa condução dos estudos, garantido que a conformidade das metodologias e resultados aos manuais e diretrizes do DNIT.


As simulações hidráulicas consideraram não apenas as seções existentes, mas também possíveis conformações devido a encaixes de projeto, garantindo que as cotas obtidas sejam seguras para seções naturais e conformadas.


Impacto e Aplicações

Determinar cotas de segurança em regiões com carência de dados é um desafio técnico repleto de incertezas que podem levar a insegurança hidrológica do projeto.


Os resultados discutidos e aprovados pelo DNIT, muitas vezes levando a elevação das cotas atuais, indicam que as estruturas possuem segurança hidrológica e navegação garantidas mesmo para eventos extremos (100 anos ou mais de tempo de retorno).


Os estudos elaborados para as OAEs da BR-230 podem ser replicados em rodovias, ferrovias e escopos relacionados a caracterização hidrológica de uma região.


Equipe e parceiros

A equipe que desenvolveu foi formada pelos profissionais:

  1. José Rafael Cavalcanti

  2. Benício Monte

  3. Daniele Ferreira

  4. Victor Falcão


Dados do Contrato

Ano: 2017-2019

Contratante: DNIT | Arteleste Construções



 
 
 

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